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Jovem Médico, Cuidado com o "Normal". A exaustão não precisa ser a sua regra

  • 15 de set. de 2025
  • 1 min de leitura


Na correria da residência ou nos primeiros anos de consultório, a pressão para “dar conta” é imensa. Dias longos, plantões, estudos contínuos... eu sei bem como é. Por muito tempo, a exaustão se tornou

um “normal” silencioso também na minha jornada. Na nossa profissão, é comum acreditar que o desgaste seja uma prova de dedicação ou uma fase inevitável da formação.


No entanto, minha experiência e o que acompanho como professora me mostraram que a exaustão persistente não precisa ser o nosso padrão. Ela não é uma medalha de honra, mas um sinal importante do nosso corpo e mente. Ignorar esses sinais pode impactar a sua clareza nas decisões, a sua capacidade de aprendizado e, a longo prazo, a sustentabilidade da sua própria carreira.


Sua saúde é a fundação para a excelência que você busca e que sei que é capaz.

Reconhecer os limites e buscar estratégias de cuidado é um ato de inteligência e responsabilidade profissional. Você não está sozinho(a) nessa jornada; eu já estive aí e entendo suas dores.


O que você tem tratado como ‘normal’, mas que no fundo é sinal de alerta?



Zeliete Zambon | Médica de Família e Comunidade

CRM: 104498/SP | RQE: 28136

 
 
 

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